NOTA OFICIAL

Acerca da notícia de que a empresa JBS realizou contribuição para a minha campanha eleitoral de 2010 ao Senado, informo:

1 – A empresa JBS contribuiu para aquela campanha com R$ 100 mil de forma oficial e legal, de acordo com a Legislação Eleitoral vigente à época;

2 – A doação ocorreu em razão de solicitação feita por lideranças nacionais do PSDB à empresa em favor de diversos candidatos do partido em vários estados do país;

3 – O valor consta da Prestação de Contas que fiz ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina que foi aprovada por aquela Corte Eleitoral;

4 – Manifesto absoluta e categoricamente que em nenhuma circunstância ou possibilidade ocorreu qualquer contribuição financeira, sem base legal, em favor daquela campanha eleitoral;

5 – informo que, jamais, antes, durante ou depois da campanha de 2010, mantive contato com a JBS através de seus dirigentes ou representantes para oferecer meus préstimos ou solicitar qualquer tipo de favor, benefício ou atenções para assuntos privados ou públicos; aliás, nunca conheci os irmãos proprietários daquele grupo empresarial;

6 – Causa perplexidade a informação produzida pelos delatores da JBS de que aquela empresa tenha destinado recursos para minha e outras campanhas de candidatos do PSDB utilizando-se da empresa Projeto Consultoria Financeira e Econômica LTDA, com sede em São Paulo (SP), inscrita no CNPJ/MF sob o número 08.432.773/0001-59 visto que o sócio principal da mesma, conforme informações apuradas hoje junto ao Ministério da Fazenda, é o presidiário Antônio Palocci Filho, ex-ministro dos governos Lula e Dilma e liderança histórica do Partido dos Trabalhadores ao qual o PSDB fez e faz oposição.

7 – Refuto todas e quaisquer informações prestadas por delatores que pretendam ofender minha honra, questionar a legalidade dos meus atos ou me constranger perante a sociedade, principalmente os mui dignos eleitores catarinenses.

8 – Coloco-me à disposição de qualquer instância policial e judicial, oferecendo a quebra dos meus sigilos bancário, fiscal, financeiro e telefônico para quaisquer investigações que se fizerem necessárias.

9 – Não será por meio de acusações infundadas que delatores criminosos amenizarão as eventuais penalidades que a Justiça brasileira deva lhes imputar.

Paulo Bauer

Senador

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